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Proteção Solar

O que você precisa saber sobre Proteção Solar

publicado por Poupafarma | 15 de dezembro de 2017

Engana-se quem pensa que só é preciso passar protetor solar na pele no verão ou em dias de sol. A regra é: nunca saia de casa sem aplicar o filtro nas áreas que vão estar expostas (ou pelo menos no rosto). Proteção solar é necessário mesmo quando está chovendo – a radiação do sol atravessa as nuvens. Mesmo que você vá ficar o dia todo sentado à frente do computador – a luz artificial também faz mal à pele ao estimular a produção de radicais livres, o que pode causar manchas e envelhecimento.

Listamos 11 coisas importantes que você talvez não saiba sobre exposição e proteção solar. Confira:

1. Ficar pimentão leva até 24 horas

O processo de vermelhidão (o famoso virar um pimentão) é conhecido por eritema. As ondas UVB não penetram muito profundamente na pele, mas causam uma reação fotoquímica superficial, na epiderme. A resposta natural do organismo é ativar o sistema imunológico: o fluxo de sangue é aumentado e pode ocorrer congestão dos vasos capilares e inchaço, geralmente um sinal de inflamação. Uma proteína ativa a produção de células imunológicas em resposta à radiação UVB. Acredita-se que essas moléculas que causam aquela dor e ardência associadas à vermelhidão, estimulando terminações nervosas na pele. Todas essas reações não ocorrem de imediato: elas levam entre oito e 24 horas. Por isso que quando saímos da praia tudo parece bem – e depois do banho ou no dia seguinte é que percebemos o estrago.

Proteção Solar

2. Raios UVB são os mais perigosos

Há dois tipos de radiação ultravioleta (UV) do sol: UVA e UVB. Como qualquer radiação eletromagnética, elas têm ondas de frequências específicas. Os raios UVA têm entre 315 e 400 nanômetros. Os UVB, entre 280 e 315. Os efeitos danosos estão nas ondas entre 290 e 400 nanômetros. A atmosfera filtra grande parte dos raios danosos, e 95% dos que atingem a Terra são UVA. Sorte, porque, embora os UVA também causem danos à pele, os mais perigosos são os segundos, que provocam estragos no DNA, envelhecimento e câncer.

3. Bronzear-se é uma defesa à radiação

Todo o processo descrito no item 1 é também responsável pela ativação dos melanócitos, células da camada mais profunda da pele. Quando ficamos muito tempo expostos, eles migram para a superfície e produzem mais melanina, pigmento que absorve os raios UV. Para oferecer essa proteção, a melanina escurece por oxidação – portanto, a pele também fica mais escura.

4. Sol pode causar mutação genética

A radiação solar pode mudar o DNA das células da pele. E, como processo de renovação celular da derme é rápido (a cada 28 dias novas células substituem as velhas), a probabilidade de as mutações passarem adiante é grande. Você sabe: elas são a base do câncer. E os danos são cumulativos. Estudos mostram que um quarto das células da pele de pessoas com mais de 55 anos já estavam comprometidos.

5. Há dois tipos de protetor solar

Os filtros solares têm como função impedir que os raios UVA e UVB façam mal à pele. Mas há duas formas de isso acontecer. Os protetores físicos são compostos por minerais como óxido de zinco e ferro, que contêm substâncias refletoras ou dispersoras da luz – são aqueles, portanto, que formam uma barreira e não são absorvidos pela pele, mais indicados para grávidas e crianças. Já os químicos possuem uma série de substâncias químicas que reagem com a pele e absorvem a radiação. Com isso, as moléculas do produto ficam agitadas, mas voltam depois ao estado natural, o que faz com que a pele receba uma fração de energia solar menos agressiva – o resto acaba refletido. Procure bons protetores, que associem físicos e químicos para aumentar a capacidade de proteção aos raios UVA e UVB.

6. O FPS é uma fórmula matemática

O fator de proteção solar que aparece na embalagem dos produtos esconde em si uma fórmula matemática: é um multiplicador de quanto tempo sua pele pode ficar a mais no sol antes de se queimar. Por exemplo: se você leva cinco minutos para se queimar no sol, aplicando um protetor 30 vai ter 150 minutos antes de o processo começar – e, portanto, tem 150 minutos antes de voltar a aplicar o protetor. Para simplificar, adote um tempo padrão de duas horas para cada reaplicação – isso quando você estiver exposto. No dia a dia, repassar uma vez basta. Não esqueça que sua pele leva pelo menos 15 minutos para absorver totalmente o produto, por isso ele deve ser passado antes de sair de casa.

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7. Muitos filtros não protegem contra os raios UVA

Os raios UVA podem não ser os mais perigosos, mas também causam danos, como envelhecimento e câncer de pele. Preste atenção: há no mercado protetores que só bloqueiam os raios UVB. Para ter certeza de que você está realmente protegido, procure nos rótulos do produto a ação antiUVA e antiUVB.

8. O Câncer de pele é o mais comum no país. Por isso a Proteção Solar é indispensável

Ele é responsável por um a cada quatro tumores malignos registrados no Brasil. O câncer não melanoma, se diagnosticado precocemente, tem altos percentuais de cura, de acordo com o Inca (Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva): embora seja o de maior incidência, é o de mais baixa mortalidade (em 2013, 1.020 homens e 782 mulheres morreram no país). É mais comum ele surgir em pessoas com mais de 40 anos e é relativamente raro entre crianças e negros. As principais vítimas são pessoas de pele clara, sensíveis à ação dos raios solares.

9. Não adianta se lambuzar de filtro

Existe uma quantidade correta de protetor solar para a pele. Usar menos do que o recomendado não é eficiente e passar mais é desperdício. O ideal é 2 miligramas de protetor por centímetro quadrado de pele. Use uma regrinha da ‘colher de chá’ para medir a quantidade de protetor necessário, usando a quantidade de uma colher em cada região do corpo como: rosto, cabeça e pescoço. Braço e antebraço são 1 colher em cada lado. Coxas e pernas, 2 colheres de cada lado. Tronco frente e costas, 2 colheres.

10. Fotoproteção não é só aplicar protetor

Fotoproteção compreende um conjunto de ações para se proteger do sol, como preferir os horários mais amenos (antes das 10h e após às 16h) e nos períodos de sol mais forte, evitar longos períodos de exposição, além de ficar na sombra e usar roupas, óculos escuros e chapéus como proteção.

11. Filtros à prova d’água não são exatamente à prova d’água

Segundo especialistas, os protetores não são 100% resistentes à água, já que os testes comprovam resistência quando até 50% do produto ainda permanece após o mergulho. Por isso, lembre-se de que o protetor deve sempre ser reaplicado após um mergulho no mar, rio ou piscina.

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Fonte: Vip.Abril

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